
E lá se vão mais de 300 dias. De novo. Enquanto penso como realizar o meu texto da retrospectiva sobre os 11 Homens que brilharam neste ano, me veio a ideia de escrever um pouco das boas surpresas e das coisas boas que este ano me proporcionou.
Foi um ano de recomeços. Voltei para os meus amigos, me desvincilhei de uma relação doentia. Aprendi a me amar. Dei espaço e chance para que os momentos felizes fossem sempre em maior número. O que quis fazer, eu fiz. Visitei amigos antigos. Fui em São Paulo assistir o U2. Fui para o Rio passar férias com minha mãe e minha filha e ver o Chilli Pepers no Rock in Rio. Conheci pessoas maravilhosas que se tornaram amigas e parceiras. Me aproximei de outras que até então eram apenas uma relação de coleguismo e hoje são amigas de verdade! Confidentes, diria…
Coloquei os pingos nos is com muitas pessoas. Amenizei os rancores, abstraí totalmente outros. Tive ótimas surpresas; decepções fulgazes; notícias ruins; exemplos de esperança e fé. Abracei minha filha todas as noites. Chorei ao ver filmes de amor. Escrevi como louca neste blog. Produzi como louca no meu caderno, à mão, com sentimento na ponta da caneta.
Tornei-me forte. Comecei mais um curso superior. Li Tchecov. Li a biografia do Lobão, e chorei, outra vez. Ouvi Chico Buarque mais de 1000 vezes. Chorei em 500 delas. Conheci gente má que aprendi a ignorar e que não tem diferença se respira ou não.
Entreguei-me à paixão. Minha essência. Entreguei-me às palavras. Minhas guias. Vivi intensamente dia após dia. Levando o que dava, deixando cair o que não dava. Fui feliz, preocupada, estressada, mal-amada, desejada.
Aprendi a ter paciência. Aprendi a esperar. Ainda falta muito, mas aprendi mais o que eu esperava neste ano que termina.
Obrigada Deus por ter tido um ano bom. Obrigada 2011 por tudo que eu pude viver, ser, ter e amar.

Que venha 2012… Paris me espera!